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Hipertensão Arterial Sistêmica-Casos Clínicos (1)

última atualização: 25/06/01 

  

 

        Caso 1 - Paciente de 68 anos em seguimento ambulatorial sem queixas clínicas. Ao exame PA = 210 x 90 mm Hg. Restante ndn. Exames laboratoriais normais.

1. Qual a faixa etária de maior prevalência da hipertensão sistólica? Cite aspectos fisiopatológicos da hipertensão sistólica do idoso e do jovem.

2. Qual a importância da hipertensão sistólica em termos de morbidade e mortalidade?

3. Você decidiu por uma terapêutica medicamentosa para o paciente acima e, após certo tempo, houve sintomas como tonturas freqüentes e episódios de lipotimia; a PA era sempre em torno de 200 x 90 mm Hg. O que pode estar acontecendo? Quais os cuidados que devemos ter no tratamento do hipertenso sistólico idoso?

4. Quais as drogas mais apropriadas para o tratamento da hipertensão arterial no idoso?

5. Faça a mesma análise para a hipertensão arterial do jovem.

6. Abordagem laboratorial inicial.

7. Etiologia da HAS


        Caso 2 - Paciente de 36 anos em seguimento em ambulatório geral devido a elevação da pressão arterial. Em algumas visitas apresentava-se normotenso, em outras hipertenso.

1. Como se classifica este tipo de hipertensão arterial?

2. Cite alguns aspectos fisiopatológicos da hipertensão limítrofe e sua evolução natural.

3. Existe maior risco de doença cardiovascular na hipertensão limítrofe?

4. Quais os fatores de risco para os pacientes hipertensos limítrofes?

5. Qual a postura mais racional diante deste tipo de paciente?

6. Quais os pontos importantes na terapêutica não medicamentosa?

 
   I - Intervenção nutricional / dietética

             ·Redução de peso corpóreo

             ·Restrição de sal

             ·Suplementação de potássio

             ·Suplementação de cálcio

             ·Suplementação de microelementos

             ·Restrição dietética de gorduras e de colesterol

             ·Aumento da ingestão de fibras dietéticas e dietéticas vegetarianas

             ·Restrição de proteínas e hidratos de carbono

   II - Descontinuação do tabagismo

   III - Descontinuação ou redução de cafeína

   IV - Descontinuação ou redução de álcool

   V - Incentivar programa de atividade física

   VI - Combate ao estresse – técnicas

   VII - Descontinuação de medicações concomitantes

Classificação da PA segundo o VI-JNC

 
Categoria Sistólica (mm Hg) Diastólica (mm Hg)
  ótima < 120 < 80
  normal < 130 < 85
  normal - alta 130 - 139 85 - 89

hipertensão

   
  I leve 140 - 159 90 - 99
  II moderada 160 - 179 100 - 109
  III grave > 180 110
  sistólica isolada > 140 < 90

       Caso 3 - Paciente de 30 anos com PA = 150 x 100 mm Hg em várias consultas em ambulatório. Exames laboratoriais normais.

 - 1. Como se classifica este tipo de hipertensão arterial?

 - 2. Você tem certeza que este paciente é hipertenso? Cite alguns problemas em relação ao diagnóstico de hipertensão arterial.

 - 3. Indicações do MAPA.

· White coat syndrom

· Hipertensão limítrofe

· Eficácia terapêutica

· Non-dipping phenomenon

 - 4. Quais os antihipertensivos mais comumente usados? Indicações, contra-indicações, doses, nomes comerciais, efeitos colaterais.

   

a. diuréticos: de alça: furosemida – lasix ®

ácido etacrínico

bumetamida – burinax ®

tiazídicos: clortalidona – higroton ®

hidroclorotiazida – clorana ®

poupadores de K+: espironolactona - aldactone®

amiloride

triantereno

 

b. simpatolíticos: ação central: a metildopa – aldomet ®

clonidina – atensina ®

beta bloqueadores:

                           1ª geração: propranolol – inderal ®

                            2ª geração: atenolol – atenol ®, angipress ®

                                              metoprolol – seloken ®

                                             nadolol – corgard ®

                                             pindolol – visken ®

                            3ª geração: carvedilol - coreg ®

alfa bloqueadores:

                           prazosin – minipres ®

 

c. vasodilatadores: hidralazina – apresolina ®

minoxidil – loniten ®

 

d. antagonistas de canais de Ca++: fenilalquilamina: verapamil (dilacoron®)

benzotiazepina: diltiazen ( cardizen®, balcor®)

dihidropiridinas: nifedipina (adalat®, oxcord®), isradipina (lomir®), amlodipina (norvasc®), felodipina (splendil®)

 

e. Inibidores da enzima de conversão: captopril (capoten®), enalapril (renitec®, eupressin®), lisinopril (prinivil®, zestril®), ramipril (triatec®), benazepril (lotensin®), fosinopril (monopril®), cilazapril (vascase®)

 

 f. antagonistas da angiotensina II: losartan (cozaar®)

 

 - 5. Antihipertensivos usados em grupos especiais de pacientes:

Diuréticos - Hipertensão volume-dependente

- Negros

- Idosos

- Obesos

- renal

 

Beta-bloqueadores - Estado de circulação hipercinética

- Adultos jovens

- Insuficiência coronária associada

- Arritmia cardíacas associadas

- Cefaléia

- hipertireoidismo

 

Antagonistas de cálcio - Vasculopatia associada

- Raça negra

- arritmia

 

Inibidores da ECA - Renina alta

- Diabetes melito associado

- Insuficiência cardíaca associada

- Obesos (Síndrome X )

- Insuficiência coronária

 

 

continuação

 

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