Caso 1 - Paciente de 68
anos em seguimento ambulatorial sem queixas clínicas. Ao exame PA = 210 x 90 mm
Hg. Restante ndn. Exames laboratoriais normais.
1. Qual a faixa etária de maior prevalência da hipertensão sistólica?
Cite aspectos fisiopatológicos da hipertensão sistólica do idoso e do jovem.
2. Qual a importância da hipertensão sistólica em termos de morbidade e
mortalidade?
3. Você decidiu por uma terapêutica medicamentosa para o paciente acima e,
após certo tempo, houve sintomas como tonturas freqüentes e episódios de
lipotimia; a PA era sempre em torno de 200 x 90 mm Hg. O que pode estar
acontecendo? Quais os cuidados que devemos ter no tratamento do hipertenso sistólico
idoso?
4. Quais as drogas mais apropriadas para o tratamento da hipertensão
arterial no idoso?
5. Faça a mesma análise para a hipertensão arterial do jovem.
6. Abordagem laboratorial inicial.
7. Etiologia da HAS
Caso 2 - Paciente de 36
anos em seguimento em ambulatório geral devido a elevação da pressão
arterial. Em algumas visitas apresentava-se normotenso, em outras hipertenso.
1. Como se classifica este tipo de hipertensão arterial?
2. Cite alguns aspectos fisiopatológicos da hipertensão limítrofe e sua
evolução natural.
3. Existe maior risco de doença cardiovascular na hipertensão limítrofe?
4. Quais os fatores de risco para os pacientes hipertensos limítrofes?
5. Qual a postura mais racional diante deste tipo de paciente?
6. Quais os pontos importantes na terapêutica não medicamentosa?
Caso 3 - Paciente de 30 anos com
PA = 150 x 100 mm Hg em várias consultas em ambulatório. Exames laboratoriais
normais.
- 1. Como se classifica este tipo de hipertensão arterial?
- 2. Você tem certeza que este paciente é hipertenso? Cite alguns
problemas em relação ao diagnóstico de hipertensão arterial.
- 3. Indicações do MAPA.
· White coat syndrom
· Hipertensão limítrofe
· Eficácia terapêutica
· Non-dipping phenomenon
- 4. Quais os antihipertensivos mais comumente usados? Indicações,
contra-indicações, doses, nomes comerciais, efeitos colaterais.
| a. diuréticos: |
de alça: furosemida – lasix ®
ácido etacrínico
bumetamida – burinax ®
tiazídicos: clortalidona – higroton ®
hidroclorotiazida – clorana ®
poupadores de K+: espironolactona - aldactone®
amiloride
triantereno
|
| b. simpatolíticos: |
ação central: a metildopa –
aldomet ®
clonidina – atensina ®
beta bloqueadores:
1ª geração: propranolol – inderal ®
2ª geração: atenolol – atenol ®, angipress ®
metoprolol – seloken ®
nadolol – corgard ®
pindolol – visken ®
3ª geração: carvedilol - coreg ®
alfa bloqueadores:
prazosin – minipres ®
|
| c. vasodilatadores: |
hidralazina – apresolina ®
minoxidil – loniten ®
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| d. antagonistas
de canais de Ca++: |
fenilalquilamina: verapamil
(dilacoron®)
benzotiazepina: diltiazen ( cardizen®, balcor®)
dihidropiridinas: nifedipina (adalat®, oxcord®), isradipina (lomir®),
amlodipina (norvasc®), felodipina (splendil®)
|
| e. Inibidores
da enzima de conversão: |
captopril (capoten®), enalapril
(renitec®, eupressin®), lisinopril (prinivil®, zestril®), ramipril (triatec®),
benazepril (lotensin®), fosinopril (monopril®), cilazapril (vascase®)
|
| f. antagonistas
da angiotensina II: |
losartan (cozaar®) |
- 5. Antihipertensivos usados em grupos especiais de pacientes:
| Diuréticos |
- Hipertensão volume-dependente
- Negros
- Idosos
- Obesos
- renal
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| Beta-bloqueadores |
- Estado de circulação hipercinética
- Adultos jovens
- Insuficiência coronária associada
- Arritmia cardíacas associadas
- Cefaléia
- hipertireoidismo
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| Antagonistas de cálcio |
- Vasculopatia associada
- Raça negra
- arritmia
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| Inibidores da ECA |
- Renina alta
- Diabetes melito associado
- Insuficiência cardíaca associada
- Obesos (Síndrome X )
- Insuficiência coronária
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